A rentabilidade do setor elétrico foi positiva em 2020, após três anos de índices negativos. Essa é uma das conclusões do estudo Valor Econômico Agregado – EVA, realizado pela KPMG e pelo Instituto Acende Brasil.

Esse desempenho é esperado em um setor altamente regulado – com valor econômico agregado ao redor de zero – ou seja, com retorno sobre o capital próximo ao custo de capital.

Um dos objetivos do levantamento, que está em sua quarta edição, é avaliar a rentabilidade do setor elétrico brasileiro, por meio da análise do Valor Econômico Agregado (EVA) entre 2017 e 2020. Outra meta é verificar a efetiva rentabilidade incorporada à intensidade de capital e calcular o resultado medido pelo EVA.

O estudo gerou ainda reflexões sobre o desempenho econômico dos segmentos de geração, transmissão e distribuição do setor elétrico no mercado, e também sobre a adequação de diretrizes regulatórias, como o Custo de Capital Regulatório, que é estimado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Índice permite avaliar atratividade de investimentos

O EVA é considerado, hoje, o indicador mais apropriado para a análise da rentabilidade em um setor como o elétrico. O seu cálculo é realizado com dois índices: o retorno sobre o capital investido (ROIC) e o custo de capital (WACC).

Para os investimentos de longo prazo, esse cenário é propício, uma vez que os retornos sobre o capital, considerando que o setor elétrico tem intensa regulação, se tornaram compatíveis com os seus custos.

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