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A covid-19 transformou nossas vidas cotidianas. Como clientes e funcionários, rapidamente nos acostumamos a usar serviços virtuais e digitais em praticamente todas as partes das nossas rotinas diárias. Ao mesmo tempo, muitos líderes de empresas mudaram rapidamente seus modelos de negócios, direcionando-os para canais digitais e com implementações tecnológicas aceleradas e já planejadas (como a migração para a nuvem).

No entanto, na enxurrada de transformações aceleradas e implementações ágeis, as organizações podem ter introduzido vulnerabilidades e se exposto a um número crescente de riscos nos seus negócios.

Adicionalmente, desde o início da crise sanitária, tem havido um fluxo aparentemente interminável de grupos de crimes cibernéticos organizados, prontos para explorar os pontos fracos potenciais em sistemas novos e antigos, incluindo o jogo implacável de incertezas e medos sobre o vírus.

A pandemia trouxe consigo a percepção de que algumas organizações não eram tão seguras quanto imaginávamos. A recente Pesquisa de Transformação Digital Global* da KPMG destaca como os líderes enxergam cada vez mais a proteção dos seus negócios como uma questão prioritária e uma área de investimento.

Três quartos das organizações afirmam que o aumento do risco de segurança é uma prioridade organizacional após a covid-19 nos próximos 6 a 12 meses, e dois terços destas empresas planejam aumentar seus investimentos em segurança de dados no próximo ano. Em ambos os casos, estes tópicos foram classificados como primordiais entre os entrevistados.*

Assumindo transformações confiáveis

No passado, era comum as organizações enxergarem suas funções de segurança como obstáculos ao progresso. Essa percepção, no entanto, deve ser deixada de lado. Com as jornadas digitais ocorrendo mais rápido do que nunca — e 63% das empresas colocando a criação de serviços e tecnologias inteligentes e ágeis como uma prioridade* — espera-se que outras organizações sintam-se motivadas a adotar a segurança como um facilitador.

Já vimos organizações terem sucesso ao enfrentar esse desafio, e os melhores líderes são pragmáticos. Eles não apenas tratam a segurança cibernética como um elemento fundamental para seu sucesso futuro, mas também buscam gerar a confiança do cliente na sua resiliência cibernética, na proteção de dados confidenciais e na transparência de sua abordagem.

Como seguir em frente

Em um ambiente de risco global dinâmico, as organizações devem se certificar de que estão mais bem posicionadas para ter sucesso na nova realidade. Olhando para o futuro, se você pretende investir na proteção da sua empresa, há alguns aspectos a serem considerados, tendo em vista a confiança e o crescimento:

  • Repense a cultura com a segurança por design: As organizações estão mudando seus modelos de desenvolvimento para serem mais ágeis, por isso elas devem adaptar suas abordagens à segurança. Insira a segurança por design: uma abordagem pragmática que considera a segurança como a base de qualquer nova iniciativa de negócios e constrói confiança em todos os níveis. As empresas devem procurar quebrar as barreiras entre segurança, TI, tecnologia operacional e funções voltadas para os negócios, e promover a resiliência por design em toda a empresa. Já vimos organizações fazerem isso bem, e os líderes que observamos serem os melhores neste aspecto são os pragmáticos. Eles conseguiram articular claramente os riscos para os executivos e enfrentá-los com soluções práticas (não perfeitas, mas suficientes). Neste sentido, foi possível ver um novo relacionamento pragmático crescer entre o Diretor de TI (CIO) e o Diretor de Segurança da Informação (CISO). Isso os ajudou a migrar rapidamente para novos modelos operacionais e apoiou a criação de um negócio mais eficaz.
  • Torne a segurança discreta, mas robusta: Cada interação de negócios é uma oportunidade de construir confiança, incorporando os controles de segurança e privacidade adequados. Uma vez que as pessoas mudaram suas rotinas e atividades diárias em função da covid-19, esses controles também devem evoluir para enfrentar os novos padrões de fraude e exploração. Como você ajuda a criar e manter a confiança na forma que os clientes estão interagindo com um serviço? Isso significa tentar tornar a jornada do cliente mais fácil e conduzi-lo para comportamentos mais seguros, com o apoio da educação e o respeito pela forma como você processa suas informações pessoais.

Alguns grupos de crimes cibernéticos organizados estão reutilizando senhas de usuários roubadas em violações de dados. A autenticação multifator (por exemplo, usar um aplicativo de autenticação ou passar por verificações de segurança adicionais) pode proteger usuários e clientes contra esse ataque. Quando realizada com cuidado, a autenticação multifator pode ser transparente, adaptada aos riscos em torno da transação e inspirar confiança na segurança do serviço.

  • Backup e recuperação: Já vimos ataques de ransomware aumentarem conforme os invasores exploram ambientes de trabalho remotos. Ataques sofisticados de ransomware podem causar desafios de criptografia em grande escala e perda de dados. Portanto, uma estratégia de backup é fundamental. Vale a pena pensar nos piores cenários de ciberataques e como você pode restaurar seu negócio, proteger sua marca e proteger os interesses dos seus clientes.

Em última análise, a segurança cibernética tem a possibilidade de apoiar e construir uma confiança duradoura entre pessoas e organizações. As firmas da KPMG podem ajudá-lo a criar um mundo digital resiliente e confiável — mesmo diante das ameaças em mudança. Isso porque oferecemos uma combinação de especialização tecnológica, profundo conhecimento de negócios e profissionais criativos que são apaixonados em ajudar a proteger e construir o seu negócio. Juntos, vamos criar um mundo digital confiável, para que você possa superar os limites do que é possível.

*Fonte: Um estudo encomendado, realizado pela Forrester Consulting em nome da KPMG, abril de 2021.

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