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Realizado pela primeira vez, o estudo “Nos trilhos da jornada digital”, da KPMG no Brasil, mostra de forma inédita como a indústria de Energia e Recursos Naturais (ENR, na sigla em inglês) está lidando com temas importantes e atuais, como o mergulho na digitalização, o uso de novas tecnologias, a intensificação do trânsito e do uso de dados, o conceito de customer centricity, entre outros assuntos relevantes na era pós-pandemia.

Para a elaboração da pesquisa, a KPMG colheu os insights de executivos de mais de 50 empresas que atuam no setor de ENR no Brasil, especificamente nos segmentos de Oil & Gas (O&G), Power & Utilities (P&U) e Metals & Mining (M&M).

Além disso, o estudo foi dividido em duas partes: na primeira, foram analisadas as questões comuns a todas as indústrias pesquisadas; na segunda, as questões ficaram divididas por segmento (O&G, P&U e M&M). 

Empresas se preparam para a digitalização

Em linhas gerais, a pesquisa “Nos trilhos da jornada digital” aponta que as empresas estão atentas às tendências globais de boas práticas, embora ainda possam aprofundar alguns processos e procedimentos disruptivos. Outro aspecto importante levantado pelo estudo é que muitas das organizações pesquisadas não se veem restritas a um determinado segmento, ou seja, possuem tendências claras a um portfólio cross-industry.

Segundo a publicação, para 19% dos respondentes, a estratégia de Data & Analytics é fundamental para administrar os negócios. Em 23% das empresas pesquisadas (um número ainda considerado baixo), os dados são capturados, integrados e armazenados com a finalidade de propiciar uma visão 360º de clientes, concorrentes, do próprio setor e de outros setores.

Entre os entrevistados, 17% dizem inovar com soluções digitais, automatizando os processos de negócios e tecnologia, com o objetivo de se tornar mais eficaz nas respostas às necessidades dos clientes e partes interessadas. Ao mesmo tempo, outros 17% deles aproveitam a automação e os dados para gerenciar proativamente a tecnologia.

Decisões baseadas em dados já são uma realidade em 17% das empresas dos segmentos pesquisados. De acordo com a pesquisa, 21% dos respondentes usam técnicas avançadas de modelagem para permitir visões futuras, aprimorando a automação, a medição de desempenho e apoiando a tomada de decisão. Estes resultados demonstram que há um espaço enorme para que a indústria caminhe na direção da geração “4.0”.

Mais atenção aos riscos, ao meio ambiente e aos clientes

Segundo o estudo, no planejamento de ativos futuros e no gerenciamento de ativos existentes, 19% das empresas estão levando em conta as avaliações de risco e os impactos ao cliente, ao meio ambiente e às partes interessadas.

Este resultado – fruto de acontecimentos relevantes, como acidentes com barragens, escândalos de corrupção, entre outros – representa uma mudança de comportamento nos últimos 5 anos, período em que essa visão tenderia a não atingir a mesma porcentagem das empresas do segmento.

A publicação mostra ainda que outros 23% dos respondentes afirmam dispor de um conjunto de soluções e pontos de contato tradicionais e digitais integrados, que dão suporte às necessidades dos clientes. Além disso, 17% deles consideram que os líderes do setor atuam como defensores da estratégia corporativa.

Confira estas e outras informações no estudo completo.

Para mais artigos e publicações, acesse a página de insights da KPMG.

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