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O artigo “Open Banking: aspectos de reflexão sobre modelos de negócio” destaca que o setor de Serviços Financeiros segue criando novos modelos operacionais e inspirando outras áreas a se transformar, principalmente no que diz respeito à inovação.

O texto lembra que, no final de 2020, o Banco Central divulgou a lista das 1.065 instituições que terão participação obrigatória no novo sistema financeiro, que será implementado de maneira gradual, com a última fase prevista para dezembro de 2021.

Em paralelo, com o Open Banking, as interações entre empresas financeiras e não financeiras devem ser aprimoradas, possibilitando experiências positivas aos clientes que, por sua vez, terão mais opções financeiras disponíveis. 

A previsão é que também surjam oportunidades para as empresas desenvolverem e/ou aprimorarem:

Novas estratégias de negócios
Modelos operacionais
Plataformas tecnológicas
Gestão de riscos

Open Banking deve facilitar a fidelização dos clientes

O Open Banking também colocará em debate um pressuposto importante no modelo de negócios bancários: a fidelização dos clientes.

Hoje, o custo de captação de um novo cliente é viabilizado se for recuperado com a manutenção e o consumo de produtos e serviços, dependendo da estrutura de cada instituição – e esta equação é um fator relevante que precisa ser observado.

Outro ponto essencial é a capacidade de capital e de balanço que cada instituição financeira terá para gerar funding e assim suportar suas operações. Para entender melhor essas e outras informações sobre Open Banking, leia o artigo na íntegra.

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