• 1000

A publicação Technology Innovation Hubs 2021, realizada anualmente pela KPMG, mostra as principais tendências relativas aos centros de inovação tecnológica espalhados pelo mundo. Com o intuito de fornecer uma visão ampla e privilegiada das mudanças que podem estar em curso, o estudo traz insights importantes para a criação de estratégias e para o desenvolvimento corporativo do setor de tecnologia.

Em sua nona edição, a pesquisa busca compreender se os centros de inovação continuarão a ser os mesmos, do ponto de vista geográfico, quais outros lugares tenderão a desempenhar esse papel no futuro, o porquê dessas escolhas e a velocidade com que ocorrerão as mudanças previstas.

Os impactos da pandemia para os centros de inovação tecnológica

No estudo deste ano, a pandemia tem um papel importante na definição e nas previsões relativas aos centros de tecnologia e inovação do futuro. O texto do estudo ressalta que os talentos de engenharia e a propriedade intelectual são a força vital do setor de tecnologia – portanto, reter os melhores talentos é um imperativo estratégico.

Cientes desse fato, os empregadores têm se empenhado em firmar acordos de trabalho cada vez mais flexíveis, adotando modelos de força de trabalho híbridos permanentes (com presença no escritório de duas a três vezes por semana, e o restante à distância) ou, em alguns casos, modelos de trabalho totalmente remotos.

Conforme a força de trabalho se dispersa geograficamente, novos focos de trabalhadores tecnicamente qualificados tendem a surgir. Neste sentido, a publicação ressalta que a colaboração pessoal ainda ocorrerá, mas ela não acontecerá de forma concentrada em um só lugar.

Dentre as principais conclusões presentes no estudo deste ano, se destacam:

  • 39% dos líderes de empresas de tecnologia globais acreditam que os centros de inovação ainda são importantes para impulsionar a inovação tecnológica , contra 22% que acreditam que não são;
  • 78% não pretendem reduzir sua presença física;
  • 26% esperam contratar talentos predominantemente remotos;
  • 61% dizem que a pandemia mudou sua opinião sobre quais cidades se tornarão os principais centros de inovação tecnológica.

Novos centros de inovação para além do Vale do Silício

Um terço dos entrevistados acredita que o Vale do Silício manterá sua posição de liderança em inovação – o mesmo percentual daqueles que acreditam que não.

Neste sentido, fora o Vale do Silício, outras localidades apontadas pelos entrevistados como centros de inovação mais prováveis são: 

Posição Localidade
1º  China
2º 
Nova York e Tel Aviv (empatadas em 2º lugar); 
4º 
Pequim

Londres
6º 
Xangai 
7º 
Tóquio
8º 
Bangalore
9º 
Hong Kong 
10º 
Austin e Seattle (empatadas em 10º lugar).

Confira estas e outras informações no estudo completo.

Para mais artigos e publicações, acesse a página de insights da KPMG.

Saiba Mais