O uso de dados tornou-se um importante recurso para as empresas na obtenção de insights relevantes para a tomada de decisão. Nesse sentido, as organizações têm se esforçado para desenvolver suas bases de dados, garantindo também que as preocupações com segurança, ética e privacidade de dados sejam gerenciadas de forma eficaz.

Diante deste contexto, o estudo “Um ato de equilíbrio: privacidade, segurança e ética”, produzido pela KPMG International, avalia a concepção  e a composição das bases, o uso ético de dados pessoais, a avaliação dos reguladores acerca do tema e a confiança como um importante fator neste cenário.

Segundo a publicação, é importante que as organizações estejam cientes de que os dados pessoais pertencem aos titulares, podendo ser seus clientes, parceiros e colaboradores. Nessa toada, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais assegura seu direito de acessar, retificar, restringir e remover os dados pessoais tratados.

Assim, as empresas precisarão criar controles que reconheçam e facilitem o exercício dos direitos dos titulares em relação à privacidade para conquistar a confiança do cliente em sua busca por novos valores e prioridades, o que enseja também uma oportunidade de negócio.

Por isso, é importante que as organizações desenvolvam suas bases de dados em atenção aos ditames da LGPD, prezando pela privacidade e proteção dos dados pessoais dos titulares, para resultados que não sejam uma ameaça à confiança da marca e à fidelidade do cliente. 

De acordo com a publicação, para que isso se concretize, as empresas devem:
  • Definir e aplicar uma visão na qual o uso adequado e a privacidade estejam no centro da estratégia e estritamente alinhados aos objetivos do negócio;
  • Entender os desafios relativos à criação/aquisição de dados e ao endereçamento dos direitos e expectativas do cliente, além dos riscos e benefícios potenciais envolvidos;
  • Compreender o valor que os dados têm para a sua organização, agora e no futuro;
  • Equilibrar o consumo e a comercialização de dados para que o uso excessivo desse ativo não reduza seu valor.

Acesse a publicação “Um ato de equilíbrio: privacidade, segurança e ética” na íntegra e saiba mais.

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