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Recuperação da economia, transformação digital, reestruturação dos modelos de negócios, novos hábitos de consumo e atenção à importância dos aspectos ESG. Estas são algumas das pautas que têm ganhado proeminência em âmbito mundial.

Mas como está essa mesma conjuntura na América do Sul? Esta foi uma das perguntas debatidas no evento “Preparando-se para a nova realidade”, organizado pela KPMG no Brasil. O encontro destacou que muitas mudanças tiveram que ser implementadas pelas empresas em menos de dois anos por conta da pandemia de covid-19.

Em relação à recuperação da economia e para que os negócios voltem ao patamar pré-crise, os insights suscitados no encontro apontam que os países emergentes – como Argentina, Brasil e México – terão um caminho complexo para retomar a trajetória de desenvolvimento

O preço das commodities é considerado um pilar de crescimento

No final de 2020, devido ao impulso que a demanda global por commodities vem recebendo em decorrência da retomada da economia de países desenvolvidos que estão saindo da crise – como a China – foi possível observar a recuperação nos preços das commodities mais representativas:

  •     Café;
  •     Cobre;
  •     Gás;
  •     Petróleo.

Esse crescimento é um incentivo para os países da América Latina e, em especial, da América do Sul. Cabe ressaltar a influência que os mercados ricos exercem nos emergentes, por exemplo, a economia do México está sendo impulsionada pela recuperação em curso nos Estados Unidos.

Por outro lado, a indústria química norte-americana pode ser seriamente afetada no curto prazo, por depender da importação de bens e insumos da Índia e do Brasil, países seriamente afetados pelo número de infecções e pelo fechamento indefinido de diversas fábricas.

Principais perspectivas

É evidente que as expectativas dos países sul-americanos são incertas e, de certa maneira, desafiadoras, tanto do ponto de vista político quanto socioeconômico. Para os negócios e a economia, o cenário é o mesmo, e depende da vacinação em massa da população.

Um ponto relevante é que a pandemia, como mencionado no início do texto, acelerou mudanças disruptivas nos negócios corporativos. Embora essa conjuntura possibilite uma série de oportunidades, ela também pode gerar alguns desafios.

A previsão é que o ritmo de vacinação aumente gradativamente na América do Sul – sobretudo no decorrer do segundo semestre de 2021 – possibilitando a reativação econômica e uma melhor adaptação das organizações e da sociedade em geral na “nova realidade”.

O fato é que a maioria dos países da América do Sul precisará mais do que uma solução para sair da crise e recuperar o crescimento da economia e dos negócios. Nesse sentido, o ciclo de aumentos que está ocorrendo nos preços das commodities pode representar o primeiro passo.

 

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