O folder Sinais de mudança e a pauta de riscos - Questões ambientais, sociais e de governança (ESG) aborda como os executivos de Auditoria Interna devem avaliar seus objetivos em um mundo que tem atravessado grandes transformações, bem como que sofreu fortes impactos em um período recente.

A publicação ressalta que, para conquistar e manter a confiança tanto dos acionistas quanto das partes interessadas, é fundamental avaliar os sinais que apontam para os riscos cada vez mais prioritários, com destaque para as questões ambientais, sociais e de governança (pilares ESG).

Além das questões de ESG, o material aborda temas como:

  • Os novos produtos e modelos inovadores de receita;
  •  Segurança cibernética, sobretudo respostas em relação a incidentes de  ransomware;
  • Iniciativas de transformação e grandes projetos;
  • Fusões e aquisições e atividade de integração;
  • Força de trabalho móvel;
  • Aplicativos e governança com base na nuvem;
  • Digitalização, canais diretos ao consumidor e comércio conectado;
  • Cadeia de suprimentos;
  • Confiança e segurança;
  • Ambientes macroeconômicos em mudança.

Monitoramento da gestão ESG

O monitoramento da gestão dos fatores ESG deve levar em conta tanto indicadores qualitativos como quantitativos. “É preciso apurar qual o conteúdo tecnicamente adequado na elaboração de relatórios ESG, considerando o que é mais relevante para o sucesso dos negócios e sua reputação, assim como o esperado de empresas similares do setor”, destaca a publicação.

Ainda em relação aos riscos, a análise aponta que devem ser observados com atenção os seguintes pontos:

  • A qualidade e o nível de informações e de transparência serão utilizados por várias partes para formar uma opinião sobre a qualidade da gestão dos negócios, sua habilidade em reconhecer riscos e oportunidades;
  • Na era digital, há uma demanda crescente por informações relativas aos resultados. Diversos dados quantitativos sobre a gestão ESG são utilizados pelas agências de classificação, pedidos por agentes reguladores, e fazem parte de relatórios autônomos publicados;
  • Os executivos de Auditoria Interna estão cada vez mais focados em entender os processos e os controles necessários para garantir a integridade e a precisão das informações;
  • Os processos e os controles em torno do desenvolvimento e da divulgação sobre o impacto positivo que a empresa está promovendo reduzem o risco reputacional. 

Mediante o que foi exposto acima, é fundamental ter um plano realista e monitorado para alcançar as metas e os alvos estabelecidos e corrigir a rota quando necessário. A Agenda do executivo de Auditoria Interna, também publicada pela KPMG, complementa este conteúdo.

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