A quinta edição da pesquisa Maturidade do Compliance no Brasil, elaborada pela KPMG no Brasil, aborda, dentre outros tópicos, questões como avaliação de riscos de compliance, pessoas e competências e tecnologia e uso de dados.

Com informações consolidadas no segundo semestre de 2020, o estudo disponibilizou aos respondentes 39 perguntas baseadas na Metodologia de Compliance da KPMG. O total de 55 empresas de diferentes setores e portes responderam; destas, 35% são multinacionais.

Combate à corrupção e gestão de terceiros são os principais riscos

Os riscos de compliance mais destacados pelas empresas são: gestão de terceiros e contratos (91%); fraude, combate à corrupção e lavagem de dinheiro (91%); e questões trabalhistas, especialmente nos aspectos de segurança do trabalho, assuntos previdenciários e tributos (85%).

Apesar de 85% dos respondentes afirmarem que um dos maiores desafios é identificar, avaliar e monitorar os aspectos de compliance e regulatório, apenas 60% afirmaram ter um inventário regulatório estabelecido e monitorado. Um percentual de 49% afirmou não ter um processo eficiente de due diligence para terceiros.

Em relação a esse tema, a quarta edição do estudo apontou os seguintes resultados:

  •  85% dos participantes afirmaram que um dos maiores desafios é identificar, avaliar e monitorar os aspectos de compliance e regulatório.
  • 55% afirmaram ter um inventário regulatório estabelecido e monitorado.
  • 52% apontaram não ter um processo eficiente de due diligence para terceiros.

Mas a cultura de compliance parece se consolidar, pois:

  • 64% dos participantes informaram que a função de compliance é predominantemente executada pela área de Compliance.
  • 75% dos respondentes afirmaram que os executivos sêniores reforçam periodicamente que a governança e a cultura são essenciais para o sucesso da estratégia da empresa.

Lucro caminha com responsabilidade social

O posicionamento dos respondentes demonstra que, apesar de a função social das empresas não seja uma novidade, a visibilidade deste tema tem crescido no Brasil e no mundo.

Segundo os dados obtidos, cada vez mais a iniciativa privada reconhece um fato: o lucro caminha de mãos dadas com a responsabilidade e o propósito, sobretudo no que se refere aos aspectos socioambientais.

As empresas precisam se adequar aos pilares ESG para poderem sobreviver. Embora o ESG ressalte, de forma inédita, a relevância socioambiental no âmbito das decisões dos investidores, ele também resulta do amadurecimento de uma série de princípios que já aparecia em códigos de conduta.

Esses são alguns dos insights da pesquisa Maturidade do Compliance no Brasil. Acesse o material na íntegra e confira mais informações sobre como as empresas estão lidando com o combate à corrupção e os demais riscos.

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