A pandemia de covid-19 acionou os instintos de sobrevivência das empresas, que aceleraram processos de digitalização para a obtenção de sucesso na atualidade. Diante deste cenário, o estudo “Todo cuidado é pouco: principais considerações cibernéticas para uma nova realidade”, produzido pela KPMG International, apontou oito tópicos principais para a cibersegurança.

Os 8 tópicos principais para a cibersegurança

Segundo a publicação, essas considerações devem moldar a maneira como as organizações abordam temas de segurança cibernética:

1. Endereçando o déficit de segurança:

Nos próximos meses, as empresas que se ajustarem à nova realidade precisarão começar a reexaminar seu ambiente de tecnologia e restabelecer o controle.

2. Alinhamento dos objetivos de negócios com as necessidades de segurança:

Para assegurar que as prioridades de negócio e a cibersegurança estejam alinhadas, as empresas estão automatizando partes significativas da sua funcionalidade, implementando processos de gerenciamento de riscos cibernéticos.

3. Confiança digital e autenticação do consumidor:

O mundo do comércio digital mudou drasticamente no último ano – Destaque para o setor bancário. Com isso, um novo conjunto de expectativas em torno das funcionalidades e da conveniência é esperado do setor financeiro, com a confiança sendo um componente fundamental para a lealdade do cliente.

4. A equipe de segurança em evolução:

Atualmente, muitos conselheiros estão cientes da agenda de cibersegurança. No entanto, um dos maiores desafios para os profissionais é traduzir esse conhecimento em uma compreensão prática do significado da segurança para os negócios.

5. A próxima onda de regulação:

A tendência de regulamentações baseadas em questões cibernéticas está migrando na direção de uma abordagem mais holística, com foco nas prioridades e responsabilidades do negócio, como atividades comerciais orientadas para o cliente, construção de confiança, tarefas operacionais e funções de governança corporativa.

6. Cloud transformation:

No futuro, o CISO e sua equipe de segurança devem desenvolver processos e ferramentas vitais, alinhados com os fatores de negócios e a tecnologia necessária para oferecer suporte aos resultados desejados desde o início.

7. Automatização da função de segurança:

Na nova realidade, as empresas estão começando a perceber que possuem dados valiosos, que se forem bem organizados e disponibilizados de uma maneira mais eficiente, podem ser extraídos e analisados para diversas finalidades de valor agregado, e até mesmo para aliviar o custo crescente da pressão causada pela covid-19.

8. Desafiando as premissas da resiliência:

As empresas que se preparam para o futuro devem repensar sua abordagem para o entendimento, planejamento e execução dos esforços de resiliência, abrangendo as equipes de segurança, o negócio e o ecossistema operacional mais amplo.

Acesse a publicação “Todo cuidado é pouco: principais considerações cibernéticas para uma nova realidade” na íntegra e saiba mais.

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