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A covid-19 mudou nossas vidas e, para muitas empresas, transformou seu modelo de negócio. Nesse sentido, alguns exemplos dos reflexos enfrentados pelas organizações são: profissionais trabalhando em home office, instalações fechadas, cadeias de suprimentos interrompidas e transição para canais digitais.

Enquanto quase metade dos líderes de negócios globais que participaram da Global CEO Outlook Pulse Survey 2021 – conduzida pela KPMG - espera o retorno ao normal em 2022, um em cada cinco executivos afirma que seus negócios mudaram de forma permanente.

Com o suporte de diferentes tecnologias, o cotidiano se divide em videoconferências, colaboração virtual com a equipe e interações por meio de canais digitais, o que se apresenta como uma tendência - 61% dos executivos disseram que continuariam a utilizar essas ferramentas para além do período pós-pandemia.

A segurança cibernética figura como as principais preocupações dos CEOs

Paralelamente, as organizações criminosas demonstraram agilidade e criatividade explorando o medo, a incerteza e a dúvida que a covid-19 provocou: o ambiente de trabalho remoto passou a ser explorado de forma consistente, com diversos casos de e-mails corporativos comprometidos e crescente número de ataques de ransomware.

Compreende-se, assim, que a razão pela qual o risco de segurança cibernética figura entre as principais preocupações dos CEOs e como fator de risco para o crescimento organizacional nos próximos três anos, como destaca a pesquisa CEO Pulse.

Embora a segurança cibernética figure entre os principais riscos há anos, sua relevância no mundo dos negócios nunca foi tão significativa e notória; a ampla digitalização contribuiu de modo incisivo para a aceitação do tema como uma verdadeira prioridade.

Por muitos anos, os executivos mantiveram a impressão de que suas empresas estavam mais seguras para lidar com um incidente cibernético do que realmente estavam. Ao olhar para os resultados da análise, verifica-se que a ilusão de segurança criada pelo trabalho em edifícios bem supervisionados, vem sendo desfeita.

Não se trata apenas de investimento - ainda que bem-vindo e necessário - mas da abordagem que as organizações adotam com relação à segurança cibernética. Notamos, cada vez mais, sua incorporação ao negócio principal, com envolvimento e responsabilidade executiva, reforçadas pelo crescente interesse regulatório em resiliência cibernética e por incidentes recentes de alto nível.

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