Desde a declaração da pandemia do novo coronavírus pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em março de 2020, o ambiente dos negócios mudou e impôs uma nova realidade. Assim, transformação, tecnologia e inovação são alguns dos recursos que empresas de diferentes setores têm utilizado para assegurar a continuidade de suas atividades.

Diante desse cenário desafiador e sem precedentes, a KPMG no Brasil, no intuito de apoiar as organizações a atravessar com resiliência esse período, conduziu, ainda em 2020, os estudos setoriais “Desafios e tendências na retomada dos negócios”. E, para dar continuidade a essas análises, a KPMG apresenta o relatório inédito “Tendências e nova realidade: 1 ano de covid-19”.

O material destaca relevantes insights e traz um balanço sobre como segmentos fundamentais para a economia do País responderam - e ainda respondem - aos reflexos do primeiro ano da crise, tendo em vista a perenidade de seus negócios.

No relatório, é possível conferir os impactos, as tendências emergentes e o cenário que a nova realidade deve continuar determinando para, dentre outros mercados:

  • Agronegócio
  • Consumo e Varejo
  • Educação
  • Energia e Recursos Naturais
  • Serviços Financeiros
  • Infraestrutura, Governo e Saúde

Como o seu negócio vem se adaptando às diferentes fases da crise?

1. Crescimento:
Empresas que escalam o momento com o comportamento do consumidor favoravelmente alterado durante a crise. Os investidores percebem seu potencial de liderar e fornecem capital para escalar durante a recuperação.
2. Retorno ao normal:
Empresas vistas como essenciais sofrem os efeitos da recessão do distanciamento social do consumidor, mas se recuperarão mais rapidamente à medida que a demanda retornar em volumes semelhantes.
3. Transformar para reemergir:
Empresas que se recuperarão, mas ao longo de um período prolongado, exigindo reservas de capital para resistir e transformar modelos operacionais e de negócios para emergir mais fortes e mais alinhadas com as mudanças nas prioridades e nos padrões comportamentais dos consumidores.
4. Reiniciar:
Empresas que lutam para se recuperar devido à demanda “permanentemente” reduzida por ofertas, capital insuficiente para evitar recessão prolongada e/ou má execução da transformação digital.

Aprendendo com a crise

No atual contexto, o qual é marcado, sobretudo pela volatilidade de mercados, pelas incertezas, transformações e pelos relevantes desafios, algo se tornou ainda mais imprescindível: gerenciar riscos. Portanto, quando tudo voltar à normalidade, deve-se ponderar se as lições aprendidas não devem ser incorporadas ou adaptadas à rotina das organizações de modo permanente. 

Principais passos para gerenciar crises:
  • Implantar/atualizar o plano de gerenciamento de crises e de continuidade de negócios;
  • Monitoramento contínuo dos riscos de terceiros e readequação do processo de contratação e gestão de contratos;
  • Estruturar o LGPD Analytics;
  • Monitorar riscos financeiros.
  • Respondendo à crise:
  • Estabelecer e ativar o plano de gestão e resposta à crise;
  • Gerenciar os impactos dos riscos nas diversas áreas da empresa e no seu ecossistema;
  • Estabelecer um time central de resposta ao risco;
  • Estabelecer uma estrutura de suporte emergencial contínuo (PMO).
  • 5 temas organizacionais que requerem atenção constante na pandemia:
  • Pessoas;
  • Finanças e Liquidez;
  • Cadeia de suprimentos & Operações;
  • Tecnologia de suporte às operações;
  • Aspectos tributários e trabalhistas.
  • Essas são algumas das informações que podem ser conferidas na íntegra na análise Tendências e nova realidade: 1 ano de covid-19. Acesse o material e veja os detalhes de cada um dos setores abordados, incluindo tendências emergentes para os negócios, principais impactos e desafios.

    Em momentos desafiadores, planejar de forma estratégica é algo fundamental, por isso é preciso saber gerenciar crises. Clique neste link e saiba como.