Consumo online: a força dos serviços virtuais

Consumo online: a força dos serviços virtuais

O brasileiro descobriu no consumo online uma forma de suprir diversas necessidades. Confira os detalhes dessa mudança no estudo elaborado pela KPMG.

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Mulher sentada em um sofá com celular na mão

O hábito do consumidor brasileiro e mundial está mais digital, algo que tem permitido o exponencial crescimento do consumo online e de plataformas de e-commerce. Esse cenário revela o ganho de importância dos meios digitais nas estratégias de marketing, na venda de produtos e na prestação de serviços.

E é exatamente essa mudança de comportamento que a terceira edição da análise “Me, My Life, My Wallet”, conduzida pela KPMG com mais de 18 mil consumidores de 16 países, aponta.

No Brasil, 94% dos respondentes mudaram os seus hábitos de compra durante a pandemia, sendo que 58% dos entrevistados estão usando tecnologias diferentes daquelas com as quais estavam acostumados e 81% disseram efetuar mais compras por meios digitais.  

Outro destaque é sobre a experiência do consumo online. Resumidamente, as empresas devem conhecer as necessidades do público-alvo, ajustar a abordagem de marketing, disponibilizar meios diversificados de pagamento e cuidar dos detalhes para que a experiência de compra seja satisfatória o bastante para gerar fidelização. 

Como se comporta o consumidor de outros países?

No levantamento global, o estudo destaca que:

  • 90% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por um produto ou serviço se este for oferecido por um varejista ético;
  • 80% preferem comprar de marcas que se mostrem alinhadas às suas crenças e valores;
  • A geração Z responde por 40% do comércio online;
  • 49% estão mais concentrados em poupar do que em gastar;
  • Para 40%, perder a carteira com dinheiro, documentos e cartão de crédito seria algo menos grave do que perder o telefone celular;
  • 34% dos consumidores de 10 a 14 anos de idade têm acesso a um telefone móvel.

Consumo online versus segurança dos dados

Se por um lado, o consumo online floresceu e a experiência de efetuar transações digitais deixou a maioria dos consumidores satisfeita; por outro, aumentou bastante a preocupação com a segurança dos dados.

Para 53% dos respondentes, o cumprimento das regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) deve ser uma prioridade nos relacionamentos online.

Cabe ressaltar que 38% afirmaram ter atualizado suas configurações de privacidade de mídias sociais após o impacto da pandemia, contra 31% que já haviam procedido dessa forma no período anterior à covid-19. O percentual de pessoas que se recusam a fornecer dados pessoais também aumentou: antes da pandemia, eram 9%; na terceira edição, 13%.

Acesse o artigo e confira mais informações acerca das expressivas mudanças do consumidor brasileiro, o qual passou a optar pelo consumo online em decorrência da pandemia. Contudo, há diversos fatores que precisam ser considerados nesse novo hábito, dentre eles, a segurança dos dados, a experiência e a qualidade dos serviços.  

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