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Liderança feminina: quem são essas mulheres e o que pensam?

Liderança feminina

Apesar de um maior protagonismo, a liderança feminina ainda encontra desafios. Confira no artigo da KPMG as perspectivas das executivas acerca do tema.

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Liderança feminina

A liderança feminina, a qual vem obtendo protagonismo no ambiente empresarial nos últimos anos, está otimista em relação aos negócios, porém, as executivas não estão “iludidas” quanto às reais perspectivas do país, dos seus setores ou das empresas em que atuam. Isso é o que aponta o estudo Global Female Leaders Outlook (GFLO), elaborado pela KPMG Global.

As executivas também seguem preocupadas com o avanço das novas tecnologias, atentas ao conceito de liderança que “inspira” ao invés de pressionar, ansiosas por um modelo de trabalho que lhes permita manter o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, mas também comprometidas com o constante aprimoramento.

A pesquisa, que consultou entre setembro e outubro de 2020, 675 executivas de 52 países, sendo que, desse total, 7% são brasileiras, elucida os fatores considerados relevantes para o crescimento da presença da liderança feminina no ambiente corporativo. Dentre eles, a análise destaca fatores, como tecnologia, meio ambiente, diversidade e conhecimento. 

A Tecnologia é uma forte aliada para as executivas

O estudo aponta que a tecnologia e a inovação têm exercido um papel fundamental para a liderança feminina - e certamente para os demais líderes de diferentes setores.

Além disso, a pesquisa aponta que:

  • 98% das executivas pretendem fortalecer o uso da comunicação e colaboração digitais;
  • 64% preveem que a necessidade de usar escritórios físicos tende a diminuir;
  • 70% das mulheres líderes estimam que o incremento tecnológico de suas empresas passará pela adoção de machine learning e Inteligência Artificial (IA).

Quando questionadas sobre cyber segurança, 96% das executivas afirmaram que é essencial fortalecer as defesas cibernéticas de suas empresas. Um percentual de 93% acredita que esse tipo de defesa precisa ser algo mais sofisticado na medida em que as organizações investem em tecnologias disruptivas.

Ainda sobre segurança, grande parte da liderança feminina, 86%, acredita que uma forte estratégia cibernética é algo crítico para conquistar a confiança dos stakeholders; e 77% afirmam que a segurança da informação é uma função estratégica e uma vantagem competitiva.

Liderança feminina: o caminho para a diversidade

Além da relevância dos princípios de ESG (Environmental, Social and Governance), a diversidade também tem ganhado destaque na agenda estratégica das executivas.

Nesse sentido, a liderança feminina aponta que:

  • 45% das executivas destacam que o combate à desigualdade de gênero é o principal fator de pressão por parte dos seus stakeholders;
  • 39% mencionam a importância do enfrentamento à desigualdade social;
  • 66% das respondentes pretendem consolidar os avanços obtidos em suas organizações no que concerne à sustentabilidade e ao enfrentamento das mudanças climáticas.

Esses são alguns dos insights que podem ser conferidos no artigo “Líderes brasileiras: quem são elas e o que pensam?”. Acesse o material e confira os principais desafios que as executivas enfrentam no atual cenário e quais são as perspectivas para o alcance de uma maior presença da liderança feminina nas empresas.  

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