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A liderança feminina na América do Sul

A liderança feminina na América do Sul

Embora os desafios sejam bastante significativos, a liderança feminina tem obtido protagonismo estratégico em diferentes setores.

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GFLO

A liderança feminina vem obtendo protagonismo nos últimos tempos, mais especificamente, nos últimos 50 anos - período em que as mulheres passaram a assumir posições consideradas estratégicas em diversos setores e empresas, tais como mercado automotivo, mineração, construção e tecnologia.

Esse é um dos insights que podem ser conferidos na íntegra no estudo Global Female Leaders Outlook (GFLO), elaborado pela KPMG, que analisa a presença feminina no cenário corporativo. A edição de 2020 do GFLO contou com a participação de 138 respondentes sul-americanas que atuam em organizações da Argentina, Colômbia, Venezuela, do Brasil, Equador, Peru e Uruguai.

A pesquisa detalha os aspectos decisivos para o desenvolvimento da liderança feminina, dentre eles, expectativas de crescimento econômico - global, local, setorial e empresarial - estratégias e medidas para promover o avanço das empresas, além de desafios relacionados à tecnologia e à equidade de gênero

Mulheres líderes x desafios

A pesquisa mostra que um dos maiores desafios enfrentados pelas líderes mulheres no mundo dos negócios é o ambiente cultural, uma vez que grande parte das entrevistadas afirmou que estereótipos e preconceitos de gênero ainda persistem na atmosfera das empresas.

O GFLO também traz relevantes insights acerca dos desafios e das perspectivas da liderança feminina:

  • 35% das líderes sul-americanas demonstraram confiança de que a economia global dará sinais de recuperação nos próximos anos, 53% acreditam em melhores resultados para seus setores e 60% para suas empresas;
  • Em termos de inovação, transformação e digitalização, 88% das entrevistadas acreditam que a “inovação” será um fator determinante para a sobrevivência das empresas após a crise sanitária;
  • No que concerne ao mercado de trabalho, há unanimidade sobre a importância que as ferramentas tecnológicas de comunicação e colaboração digital continuarão recebendo após a crise, principalmente por entenderem que o trabalho remoto deixará de ser a exceção para se tornar regra.

Esses são apenas alguns dos resultados do estudo GFLO, o qual destaca o atual retrato da liderança feminina no ambiente empresarial, incluindo os desafios acerca de inclusão, diversidade, equidade de oportunidades, bem como outros fatores essenciais para a maior presença das mulheres nas organizações, especialmente em posições mais estratégicas.

Acesse o artigo abaixo e confira os detalhes! 

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