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Para as mulheres, alcançar um cargo de liderança era praticamente impensável há alguns anos. Este cenário, no entanto, vem mudando para um quadro com mais diversidade, inclusão e equidade de gênero. Apesar dos avanços, o estudo Síndrome da Impostora, produzido pela KPMG nos Estados Unidos, faz um mergulho neste obstáculo.

Com a participação de 700 executivas, o levantamento mostra que 75% das entrevistadas já vivenciaram a síndrome da impostora em alguns momentos da carreira.

Muitas dessas mulheres enxergaram o sucesso no trabalho como resultado da sorte ou de estar no lugar certo, na hora certa, e não do trabalho duro e das qualificações necessárias – um dos sintomas da síndrome da impostora.

A importância da inclusão, diversidade e equidade de gênero

A publicação mostra ainda que quase metade das pesquisadas, o equivalente a 47%, disseram que seus sentimentos relacionados a síndrome da impostora resultaram do fato de não esperarem alcançar o nível de sucesso que conquistaram, ocupando cargos de alta liderança.

A pesquisa também sinaliza a importância de se investir em uma cultura inclusiva e colaborativa para lidar com estes desafios e apoiar a diversidade. Contar com o apoio da liderança foi identificado por 47% das executivas como o principal fator para reduzir os sentimentos da síndrome da impostora no trabalho.

Elas identificaram outro ponto importante para criar um ambiente positivo no combate à síndrome: 29% das mulheres pesquisadas disseram que se sentir valorizada e ser recompensada de forma justa é essencial para a diminuir a sensação de ser uma impostora. 

Os efeitos da covid-19

Além dos desafios habituais, o atual cenário de pandemia da covid-19 forçou as pessoas a abraçarem rapidamente mudanças e se adaptarem às novas formas de trabalhar e viver.

O  estudo mostra que circunstâncias como essa abrem espaço para a síndrome da impostora, já que ela pode levar à sensação de vulnerabilidade e gerar novas inseguranças, como ocorre nos momentos de promoção ou transição profissional.

Para superar esses sentimentos, 72% das executivas buscaram mentoria ao duvidar de suas habilidades. Ao mesmo tempo, elas também entraram em contato com grupos de profissionais mulheres para desenvolver networking, gerar inclusão e encontrar pessoas no mesmo nível de carreira.

Na KPMG, as ações voltadas à equidade de gênero, promovendo o tema entre as mulheres e os mais diversos stakeholders, são capitaneadas pelo KNOW - KPMG’s Network of Women. O KNOW, um dos pilares do Comitê de Inclusão e  Diversidade, trabalha para ampliar a participação feminina na liderança, promovendo boas práticas de equidade de gênero, empoderamento e desenvolvimento das mulheres, interna e externamente.

O caminho para uma liderança diversificada e inclusiva pode parecer árduo, mas existem iniciativas e insights que ajudam as pessoas e as organizações a melhorarem este cenário.

Acesse a pesquisa na íntegra e saiba mais sobre como a síndrome da impostora têm afetado o avanço da liderança feminina e o que fazer para diminuir estes impactos. 

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