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A diminuição das atividades do mercado de autopeças, provocada pela pandemia de Covid-19, pode ter duração mais curta do que as tendências históricas sugerem, é o que aponta a publicação “As vendas de autopeças estão paralisadas, mas espera-se uma retomada”, da KPMG.

É certo que a crise atual implicou na diminuição da demanda por peças de reposição em automóveis. Menos pessoas dirigindo, e menos quilômetros rodados, em função das medidas de distanciamento social, significa naturalmente menos peças e consertos.

Contudo, dados apontam que, em 2020, uma porcentagem significativa dos veículos comprados nos últimos anos atingirá a necessidade de consertos, o que reanimará a demanda por peças e serviços no pós-venda dos veículos.

As tendências de mercado que prevalecerão na retomada

Nesse contexto, a pesquisa da KPMG revela tendências a serem observadas pelas empresas que atuam no mercado de autopeças, sobretudo:

  • As vendas de peças e serviços para veículos devem começar uma retomada em 2022 e recuperar os altos níveis anteriores até 2024;
  • Nem todos os tipos de peças e marcas irão recuperar-se ao mesmo tempo. Isso cria riscos e oportunidades para fornecedores e investidores;
  • Para serem resilientes, as empresas do mercado de autopeças precisarão atingir um equilíbrio delicado, contrabalançando a necessidade de contenção de custos com o olhar estratégico para evitar cortes muito profundos que prejudiquem a sua retomada.

Quer conhecer insights detalhados de como o setor automotivo está se transformando em meio à atual crise? Acesse a Global Automotive Executive Survey 2020.

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Pesquisa da KPMG aponta que a retração das vendas de peças e serviços para veículos pode ser mais curta do que o esperado

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