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Segundo Pesquisa Nacional sobre o Impacto da covid-19 nos Negócios, realizada de maneira inédita pela KPMG, 41,2% dos empresários do Sul brasileiro afirmaram que o faturamento deverá diminuir entre 10% e 25% este ano. Entretanto, mostraram-se otimistas para 2021, indicando que haverá aumento de até 10% nas receitas. Os entrevistados da região representam 18,6% do total de depoentes.  Para 23,5% deles, a previsão é de que o faturamento cresça até 10% em 2020, mesmo com os impactos gerados pela pandemia, e 25% no próximo ano.

“Mesmo com uma situação desfavorável atualmente, vislumbra-se uma melhora, até que significativa, em 2021. Entretanto, é necessário manter-se atento, pois, em meio à crise do novo coronavírus, existe uma instabilidade muito grande nos negócios e o cenário pode ser alterado a qualquer momento”, explica o sócio-líder de Clientes e Mercado da KPMG no Brasil, André Coutinho.

A pesquisa também mostra o impacto da covid-19 nas receitas das empresas em abril e maio deste ano, numa comparação com iguais meses de 2019. De acordo com os empresários, 23,5% tiveram uma diminuição de 50% ou mais no faturamento de abril. Em maio, 29,5% relataram ter sofrido queda entre 10% e 30%. Outros 29,5% apontaram redução entre 30% e 50%.

“A pesquisa também mostra um dado interessante, que é o aumento de receita, no mês de abril, para aproximadamente 18% das companhias que participaram da pesquisa, mostrando que mesmo na crise mais profunda, existem oportunidades de negócios. Provavelmente neste grupo que está concentrada a maior quantidade de empresas que estão visualizando uma abertura de capital”, afirma sócio-líder na região Sul pela KPMG do Brasil, João Panceri.

O levantamento teve a participação de 91 empresários, sendo a maioria do Sudeste (65,9%), seguido pelo Sul (18,6%), Centro-Oeste (9,8%), Nordeste (4,4%) e Norte (1,1%). Com relação aos setores, 13,8% atuam no ramo de serviços financeiros; energia e recursos naturais (11,1%); alimentos, bebidas e bens de consumo (8,3%); consumo e varejo (8,3%); agronegócio (5,5%); infraestrutura (5,5%); e automotivo (5,5%).

Sócio-líder de Advisory no Brasil e América do Sul

KPMG no Brasil

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