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Realizada pela KPMG Alemanha em colaboração com a Management Circle, a 2ª edição da pesquisa Global Female Leaders Outlook (GFLO),  lançada globalmente em 2019, entrevistou 1.124 líderes mulheres de 16 países, sendo 82 brasileiras, com o intuito de explorar visões pessoais em relação a fatores de sucesso, satisfação no trabalho, disrupções e, além disso, questionar sobre a adaptação das profissionais em relação à mudanças culturais e como isso influencia nos negócios. 

Desta forma, com base no estudo global, a KPMG no Brasil compilou os dados obtidos a partir da valiosa contribuição das respondentes brasileiras e elaborou uma edição nacional da publicação com um comparativo entre os resultados obtidos no País e nas demais nações pesquisadas. O objetivo, atingido com triunfo, foi expor ao longo do conteúdo, tanto discordâncias quanto pontos de congruência de nossas profissionais com suas pares estrangeiras. 

 

Veja abaixo algumas das principais constatações do Estudo:

— 99% das brasileiras e 96% das executivas dos demais países, afirmam que, nos próximos três anos, será necessário melhorar os processos de inovação nas empresas que atuam. Além disso, 73% das brasileiras e 71% do grupo internacional acreditam que o crescimento das empresas sustenta-se em sua capacidade de causar disrupção nas formas de negócio. 

 

— No tocante à expansão da economia de seus países, 49% das brasileiras afirmaram estar de algum modo confiantes, praticamente a mesma proporção do grupo global, com 44%.

 

— Para 82% das brasileiras e 81% das estrangeiras, a empresa resiliente é aquela capaz de se adaptar rapidamente às mudanças no ambiente de negócios. 

 

— 57% das entrevistadas brasileiras e 56% das demais afirmaram já ter presenciado em seu dia a dia o uso de estereótipos e de julgamentos relacionados ao comportamento, às qualificações, aos problemas de comunicação e ao assédio sexual.

 

— 49% das brasileiras e 50% das estrangeiras acreditam que uma atmosfera de trabalho positiva tem o poder de aumentar a satisfação dos funcionários. Mas, elas também querem mais possibilidades de equilibrar vida e trabalho e jornadas mais flexíveis.
 

Patrícia Molino
Sócia-líder do Comitê de Inclusão e Diversidade (CID) da KPMG no Brasil 
pmolino@kpmg.com.br 
(11) 3940-3183

Estela Zanata
Sócia e co-líder do KNOW (KPMG’s Network of Women)
ezanata@kpmg.com.br
(19) 3198-6711

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