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Um dos pontos mais relevantes da nova edição do estudo, é que mais de 60% dos executivos de Recursos Humanos (RH) no cenário mundial acreditam que a função desta área se tornará rapidamente irrelevante, caso não modernize sua abordagem e planejamento para as necessidades futuras da força de trabalho.

A partir de uma pesquisa com 1.362 executivos, em 31 departamentos de 55 países, incluindo o Brasil, com 43 respondentes, o relatório oferece insights profundos sobre como as organizações de RH no mundo estão moldando o futuro do trabalho na indústria 4.0.

O estudo revela ainda que as equipes estão lidando com os desafios de maneiras diversas. Um grupo mais confiante - denominado de Pathfinding HR -, está focando simultaneamente em quatro competências principais, reforçadas mutuamente e conectadas para lidar com os desafios da disrupção digital por meio de:
 

  • Modelando a força de trabalho do futuro: significa reconhecer que as atuais estruturas estão sendo rompidas por novas tecnologias e modelos de negócios. As organizações estão aproveitando as oportunidades para dar um novo formato ao trabalho e, assim, potencializar os benefícios da disrupção digital. Deste modo, 90% dos grupos de Pathfinding HR apontam que identificar a composição da força de trabalho do futuro é prioridade estratégica. No Brasil, apenas 12% dos respondentes estão repensando os papéis tradicionais em função da implantação de Inteligência Artificial (IA) e outras tecnologias relacionadas.

 

  • Planejando a experiência do colaborador: trata-se de desenhar uma abordagem similar a experiência do cliente para melhor atrair, reter e desenvolver talentos. A pesquisa aponta que 75% das organizações com Pathfinding HR possuem uma estratégia para definir a experiência do colaborador alinhada com a do cliente. No Brasil, este índice é de 52%, pois o tema é uma das “top priorities” das organizações participantes.

 

  • Cultura direcionada a um propósito: envolve o entendimento do RH com uma função vital na criação e manutenção de uma cultura que siga as estratégias e o objetivo do negócio. Segundo a pesquisa, 71% dos grupos de Pathfinding HR concordam totalmente que estão atuando de forma precisa na adoção da cultura desejada pela organização. No Brasil, 55% dos líderes concordam que suas empresas possuem cargos dedicados ao propósito e cultura, assim como uma estratégia de monitoramento e manutenção da cultura desejada.

 

  • Decisões baseadas em dados: significa maximizar o poder dos dados para gerar insights preditivos e antecipar ações que poderão agregar valor à organização. Em linha com essa competência, 56% dos Pathfinding HR identificaram a necessidade de melhorar as habilidades analíticas dos colaboradores como um dos principais motivos para investimento em tecnologia. No País, apenas 24% identificam essa necessidade, priorizando habilidades de decisão baseada em dados, gerenciamento da complexidade da força de trabalho (temporários, colaboradores, gigs etc.), design thinking, entre outros.

Esperamos que esse material seja útil para suas atividades e nos colocamos à disposição para discutir qualquer questão relacionada a estes temas e para apoiá-lo no que for necessário.

Boa leitura!

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