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Digital gravity

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Saiba como a “força da gravidade digital” vem alterando rapidamente as estruturas da indústria automotiva

Ricardo Bacellar

Líder do setor Automotivo

KPMG no Brasil

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O nível de conscientização da digitalização está alto e são inúmeras as iniciativas de transformação no setor automotivo. Contudo, de acordo com novo este estudo global, praticamente não se vê mudanças sendo feitas nos níveis estratégicos e culturais.

A pesquisa, que contou com a participação de 527 executivos do setor automotivo do mundo inteiro, aponta que a maioria das empresas não está preparada para lidar com a transformação digital. A estagnação constatada no nível executivo impede uma jornada mais profunda que inclui, dentre outros desafios, o alinhamento organizacional.

Neste contexto, o relatório descreve como a força da gravidade digital destaca a mudança necessária dos processos e estruturas tradicionais para abordagens novas, colaborativas e cooperativas que incorporam o processo de transformação digital desde o início. As estratégias inovadoras precisarão desenvolver competências básicas para evoluir além da expertise tradicional, visto que a revolução no ecossistema de mobilidade global já está em ritmo acelerado. Com tanto desenvolvimento, a questão deixa de ser sobre a transformação em si, mas quão rápida, em que escala e em que nível os benefícios estão sendo obtidos.

Veja abaixo os principais resultados da pesquisa:

—   Embora 92% dos respondentes estejam convencidos de que uma abordagem cultural nova e diferente seja imprescindível, somente 29% consideram a criação de um ambiente "Fail First, Fail Fast" como um princípio norteador para tal nova cultura, e somente 34% consideram um número menor de hierarquias apropriado. A maioria dos respondentes, 55%, admite abertamente que suas empresas não definiram nenhuma abordagem cultural até o momento.

—   Uma maioria de 57%, diz que os pré-requisitos necessários para a digitalização são "mudanças nos processos". Mudanças culturais e conscientização por parte da liderança são os tópicos menos votados no ranking. Adicionalmente, quando questionados sobre o uso de inteligência artificial (IA) e de outras tecnologias de digitalização, quase 50% dos participantes da pesquisa revelaram que suas empresas planejam ser as primeiras seguidoras. Somente 40% almejam ser as primeiras a adotar IA.

—   Uma maioria alega que o principal fator que impulsiona a digitalização consiste em modelos de cooperação com os players do próprio setor. Além disso, 66% dizem que modelos de negócios tradicionais e novos precisam ser aplicados "lado a lado", enquanto 34% acreditam em uma mudança total dos modelos de negócios e dos produtos, cientes de que o retorno de novas empresas ainda pode ser um fator negativo."

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