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mulher com óculos de realidade virtual segurando um cartão de crédito

Top of Mind Survey 2018

Top of Mind Survey 2018

2018 Global Consumer Executive Top of Mind Survey

Nos primeiros meses de 2018, a ESI ThoughtLab, a pedido da KPMG Global, entrevistou 530 executivos de oito setores do consumo, da indústria e do varejo, atuantes em 28 nações, sobre temas pertinentes às suas atividades e ao desenvolvimento de seus negócios na atual conjuntura de mercado. O levantamento resultou na Pesquisa Global Consumer Executive Top of Mind 2018 | No normal is the new normal: Make disruption work for your business

Na edição deste ano, o Brasil foi o segundo país com maior número de participantes (68), ficando atrás apenas dos Estados Unidos (71), o que nos possibilitou, de maneira inédita, a produzir um recorte exclusivo com os dados dos respondentes brasileiros, traçando assim um panorama local, com comparação aos resultados dos demais países participantes da pesquisa.

Juntas, as companhias abordadas na pesquisa representam mais de US$ 3,2 trilhões em vendas.Os líderes consultados trabalham em diversos segmentos da economia. Os três maiores segmentos, em representatividade, são o de alimentos e bebidas não-alcóolicas, com 24% dos entrevistados; o de vestuário, calçados e acessórios, com 21%; e o de bens de consumo duráveis, que agrega 17% dos executivos. A distribuição é bem equilibrada no que diz respeito à atividade das empresas representadas: 45% dos entrevistados comandam empresas varejistas e 40% estão à frente de indústrias. Outros 10% trabalham em companhias que praticam ambas as atividades e 5% atuam nas chamadas platform companies, que realizam mediações entre prestadores de serviços e consumidores.

No que diz respeito ao faturamento, a maior parte das empresas encontra-se em uma faixa intermediária: 41% têm receita anual entre US$ 1 bilhão e US$ 4,9 bilhões e 21%, entre US$ 500 milhões e US$ 900 milhões. A terceira faixa mais numerosa (19%) é a que apresenta receitas entre US$ 5 bilhões e US$ 19,9 bilhões. O grau de internacionalização dos negócios é restrito. A maioria (41%) delas atua em apenas um país; 33% têm presença entre dois e nove mercados; e 26% estão em mais de dez. O índice de produtividade é mais heterogêneo, com 38% em um nível médio, 35% baixo e 27% alto.

Um dos objetivos do estudo foi mapear a maneira como os executivos de empresas de consumo têm absorvido tendências de mercado e se preparado para mudanças em suas áreas de atuação. Para isso, as empresas foram avaliadas segundo seu grau de maturidade em três áreas-chave: transformação digital, costumer centricity (centralidade no cliente) e supply chain. Em todos os pontos, as enquadradas em um grau intermediário de maturidade são a maioria: 52%, 60% e 44% de cada uma, respectivamente. Em transformação digital, 37% são iniciantes e 11% apresentam grau avançado. No quesito costumer centricity, as de grau iniciante são 31% e as mais especializadas, 9%. Em supply chain, os índices são de 43% e 13%, respectivamente. As diferenças aparecem ao se separarem as respostas das platform companies das empresas tradicionais. Aqui, as platform aparecem com maior grau de desenvolvimento em todas as áreas: 52% em transformação digital, 40% em costumer centricity e 52% em supply chain, contra 9%, 8% e 11% das convencionais.

Esperamos que este material seja útil para suas atividades e nos colocamos à disposição para discutir qualquer questão relacionada a este tema e para apoiá-lo no que for necessário.

Guilherme Nunes
Sócio-líder de Consumo e Varejo da KPMG no Brasil

Paulo Ferezin
Sócio-diretor líder de Varejo da KPMG no Brasil

Augusto Sales
Sócio-líder de Bens de Consumo da KPMG no Brasil

Marcelle Mayume
Sócia-líder de Alimentos e Bebidas da KPMG no Brasil