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Você sabia que os estudantes que estão nas universidades hoje representam 15% do total de alunos que ingressaram na escola básica anos atrás? E que a cada 100 alunos que entram em uma universidade hoje, 60 desistem?

Dados preocupantes como estes refletem outros como:

60 milhões de jovens acima de 25 anos não concluíram o ensino superior no Brasil. E muitos deles nem ingressaram em uma faculdade.

“De todos os setores que a KPMG acompanha, o de educação é o que menos teve disrupção com relação à integração da tecnologia”, lamenta Marcos Boscolo, sócio da área de auditoria e líder do setor de Educação da KPMG no Brasil.

Ele conta que a KPMG tem ajudado seus clientes na revisão do ambiente tecnológico e em Cyber Security, considerando inclusive a nova Lei Geral de Proteção de Dados. “Começamos entendendo quais os sistemas existentes, que nível de informação serão capazes de gerar, em que velocidade e com que integração”.

Na série de vídeos que você acompanha agora, Boscolo analisa como está o setor de educação no Brasil, quais os desafios e caminhos para a melhoria do ensino.
 

“O setor de educação é um setor prioritário da KPMG no Brasil e no mundo”

Na parte 1 da série de quatro vídeos, Boscolo analisa a capacitação do corpo docente frente às novas tecnologias e formatos que atendam aos avanços necessários no setor.

“Se os professores não se adaptarem ao que o mercado requer, a formação do aluno vai ficar aquém”, ressalta Boscolo, lembrando que estudantes com formação de baixo nível tem menor empregabilidade e, como consequência, a instituição fica prejudicada, por ser menos procurada.

“A forma dos professores que serão demandados no curto prazo não existe hoje nas escolas”

Boscolo acredita que os professores precisarão ser contratados de outros setores.

Para ele, vai ser um processo difícil adaptar os professores que existem hoje a certas demandas do mercado.

O líder conta que o processo natural será trazer para a sala de aula pessoas com outras qualificações, que já estão desenvolvidas no ambiente profissional. “A formação não é aderente ao que o mercado precisa. Todo o ciclo, desde a formação básica, até a conexão com o mercado de trabalho precisa ser reformulado”.

“Existe uma preocupação maior das mulheres em se qualificar que os homens”

Na terceira parte da série de vídeos sobre o setor de educação, Marcos Boscolo chama atenção para um dado que se repete de norte a sul do Brasil: 55% dos estudantes do ensino superior são mulheres, contra 45% homens.

“Houve um aumento de 20% na participação de mulheres no ensino superior em todas as regiões do pais”, ressalta.

Para ele, as mulheres estão buscando mais conhecimento e desenvolvimento e certamente chegarão mais preparadas que os homens no mercado de trabalho, nos próximos anos.

“Existe muito investimento em inovação, mas ainda não se encontrou uma maneira disruptiva de a tecnologia mudar o setor da educação”

Boscolo aponta avanços interessantes que já são adotados na educação, como a gamificação (do inglês gamification), que usa técnicas de jogos para atrair as pessoas com desafios e bonificações, plataformas interativas e vivência técnica.

“Um dado que chama atenção é que quando você olha para dentro das universidades - sistemas para controle acadêmico dos alunos, gestão de ERP e negócios - , ainda existe um espaço muito grande de melhoria”, destaca.

Para ele, o desafio da tecnologia envolve o desenvolvimento de novos cursos, mas também a gestão do dia a dia das instituições de ensino, sejam elas de ensino básico ou universidades.

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